Plano de Estruturação do Corredor Frei Velloso e Parque Estadual da Pedra Branca

Durante quase três anos, entre março de 2003 e dezembro de 2005, o ITPA elaborou e executou uma estratégia para estruturar o Parque Estadual da Pedra Branca e o Corredor Ecológico Frei Velloso. Em parceria com a então Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano do Rio de Janeiro (SEMADUR), Fundação de Engenharia do Meio Ambiente (FEEMA) e Instituto Estadual de Florestas (IEF), além do suporte financeiro do Banco Interamericano de Desenvolvimento, foi possível solucionar lacunas de conhecimento em relação a questões fundamentais para o efetivo manejo e proteção dos recursos naturais nestas unidades de conservação.

Para atingir o objetivo, as ocupações residenciais no interior do parque foram mapeadas, com o intuito de verificar a situação legal das propriedades e identificar o perfil sócio-econômico. Além disso, as terras públicas estaduais também foram estudadas para a confecção de um mapa fundiário e houve uma avaliação cartorial dos terrenos e casas particulares existentes.

No Corredor Ecológico Frei Velloso, os focos foram as melhorias na estrutura do parque e o levantamento de dados sobre o local e suas espécies. Principais resultados:

  • Mapeamento digital do uso e da cobertura do solo;
  • Implantação do Centro de Referência (centro de informações);
  • Pesquisa detalhada da fauna e da flora;
  • Implantação do banco de dados do acervo do Serviço de Ecologia Aplicada.

Já no Parque Estadual da Pedra Branca, as ações se basearam em levantamento de dados, avaliação documental, atividades educativas e ações de recuperação da infra-estrutura. Principais resultados:

  • Levantamento e mapeamento das ocupações residenciais no interior do parque, verificando seu perfil sócio-econômico e a situação legal da propriedade;
  • Identificação das terras públicas estaduais e composição de um mapa fundiário;
  • Avaliação cartorial das propriedades particulares existentes;
  • Implantação de placas orientadoras nos limites e em locais estratégicos do parque, as quais contêm também informações relevantes acerca de características geo-ambientais;
  • Atividades educativas, incluindo cursos e palestras voltados para a proteção dos recursos naturais contra as principais ações predatórias, como desmatamentos, incêndios, processos erosivos, e, sobretudo, a importância de se manter conservados o parque e sua sinalização.
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